Quem vai precisar de um carro na garagem?

Hoje há duas opções de mobilidade: ter um veículo ou usar o transporte público. Existe um terceiro caminho, com táxis e aplicativos como o Uber, mas isso representa menos de 10% das viagens feitas no mundo. No futuro, os carros autônomos serão regulados pelo governo e se tornarão parte do transporte público.

O Moovit quer ser a plataforma pela qual as pessoas vão consumir mobilidade. e tem o propósito de juntar motoristas e passageiros com o mesmo destino num carro autônomo, reduzindo assim os carros que circulam com apenas 01 passageiro, o que representa a maioria hoje no mundo.

Um passo importante nessa direção foi a compra da Moovit pela Intel por cerca de US$ 900 milhões, quase o dobro da avaliação feita em meados de 2018, demonstrando assim a importância estratégica de sua compra.

Com mais de 800 milhões de usuários para verificar quais as melhores rotas no transporte público, a Moovit será integrada à unidade de veículos autônomos da Intel, a Mobileye, que tem sede em Jerusalém.

O aplicativo Moovit é hoje um guia para as caóticas redes de ônibus, trens e metrô de grandes cidades, como São Paulo. Com o app de caronas Moovit Carpool, a startup quer atrair os motoristas interessados em dividir gastos da viagem entre casa e trabalho, todos os dias.

Em breve, impulsionados pela pandemia e a crise que veio junto, estarão por aplicativo juntando três ou quatro pessoas com o mesmo destino em um carro autônomo. É claro que será preciso avançar sob alguns limites regulatórios, como foi com o Uber.

Carros autônomos, ônibus, trens e metrô estarão todos integrados por aplicativo, com informação online de qual a melhor rota e o melhor modal logístico para o trajeto.

No futuro, que está cada dia mais presente, o compartilhamento de viagens será como uma comunidade de compra e venda: empresas oferecem viagens e pessoas compram essas viagens, levando a Moovit a 1 bilhão de usuários, bem antes de sua meta.

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